“É o conteúdo que vende o jornal.” (Noblat, 2004)
Começo a reflexão sobre jornais internacionais com a frase acima, a qual creio que defina o objetivo de um jornal: fornecer conteúdo de qualidade ao leitor. Sabemos que alguns veículos de informação jornalística exercem grande influência internacional. Devemos esse reconhecimento à Internet, possibilitando o formato online das publicações. Entre os mais influentes no cenário político mundial, destaco o The New York Times, The Guardian, El País e Le Monde.
Diante deste fator determinante para a formação de opinião - a posição política a qual defende ou apoia discretamente -, observamos quão necessária é a seleção de tais fontes de informação. Como profissionais da informação, precisamos agir criteriosamente quanto à seleção deste material. A constante atualização do profissional quanto ao desenvolvimento dessas fontes é fundamental, bem como conhecer as vertentes histórica, política e sociais de tais veículos.
A globalização fez com que a informação ultrapassasse oceanos por fibras ópticas, quebrando as mais intransponíveis barreiras de comunicação. Somos, agora, impulsionados pelas tecnologias a estar informados sobre o que acontece a cada segundo no outro lado do globo. Reconhecer se a fonte é confiável e se o objetivo da informação é relevante é o que devemos estar aptos a realizar quando responsáveis pela transmissão de tal informação.
Referência:
NOBLAT, Ricardo. A arte de fazer um jornal diário. 5. Ed. São Paulo: Contexto, 2004.
Começo a reflexão sobre jornais internacionais com a frase acima, a qual creio que defina o objetivo de um jornal: fornecer conteúdo de qualidade ao leitor. Sabemos que alguns veículos de informação jornalística exercem grande influência internacional. Devemos esse reconhecimento à Internet, possibilitando o formato online das publicações. Entre os mais influentes no cenário político mundial, destaco o The New York Times, The Guardian, El País e Le Monde.
Diante deste fator determinante para a formação de opinião - a posição política a qual defende ou apoia discretamente -, observamos quão necessária é a seleção de tais fontes de informação. Como profissionais da informação, precisamos agir criteriosamente quanto à seleção deste material. A constante atualização do profissional quanto ao desenvolvimento dessas fontes é fundamental, bem como conhecer as vertentes histórica, política e sociais de tais veículos.
A globalização fez com que a informação ultrapassasse oceanos por fibras ópticas, quebrando as mais intransponíveis barreiras de comunicação. Somos, agora, impulsionados pelas tecnologias a estar informados sobre o que acontece a cada segundo no outro lado do globo. Reconhecer se a fonte é confiável e se o objetivo da informação é relevante é o que devemos estar aptos a realizar quando responsáveis pela transmissão de tal informação.
Referência:
NOBLAT, Ricardo. A arte de fazer um jornal diário. 5. Ed. São Paulo: Contexto, 2004.
Nenhum comentário:
Postar um comentário